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João César Monteiro sobre 7 Balas para Selma

Durante alguns anos, entretive o meu imaginário com 3 filmes portugueses que partilhavam entre si a dificuldade que encontrava em conseguir vê-los. Chamem-lhe fetiche, mas o tempo foi para mim cavalheiro, deixando-me ao final de alguns anos almejar um sonho novo. Eram os três filmes Três Menos Eu de João Canijo, O Constructor de Anjos de Luís Noronha da Costa e 7 Balas para Selma de António de Macedo. Quanto ao filme do «arquitecto Macedo», foi o último a sair da lista, e devo dizer que pela porta dos fundos. A qualidade é discutível mas o mau gosto um quanto mais universalizável, e feliz fiquei de chegar ao fim deste inútil objetivo, ainda que com uma tontura circunstancial. Transcrevo, de seguida, o que escreveu João César Monteiro a propósito do filme do «arquitecto Macedo», por entender que há relevância na estruturação de um discurso que apela ao contraditório, e perceber que deve haver tanto ou mais empenho na formação de um texto com esse pendor adversarial. Resenhas escritas...

O Sr.Ford e o até (ou para) sempre

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Em atualização. Mais ou menos organizado. Duty leads people astray. (Tag Gallagher) They, looking back, all the eastern side beheld  Of Paradise, so late their happy seat,  Waved over by that flaming brand, the gate  With dreadful faces thronged and fiery arms.  Some natural tears they dropped, but wiped them soon;  The world was all before them, where to choose  Their place of rest, and Providence their guide:  They hand in hand, with wandering steps and slow,  Through Eden took their solitary way. (John Milton)